Quando o tratamento prescrito pelo médico não é autorizado pela operadora, é importante verificar o motivo da negativa e os documentos relacionados ao tratamento. A JFurucho Advocacia é especializada em Direito da Saúde e avalia cada situação individualmente.
O atendimento começa por uma conversa no WhatsApp: entendemos a sua situação, orientamos sobre os documentos e explicamos os próximos passos. Você pode escrever mesmo sem ter todos os documentos em mãos.
Alguns medicamentos prescritos no tratamento do câncer de próstata aparecem com frequência em dúvidas sobre cobertura pelo plano de saúde. A possibilidade de questionar uma negativa depende sempre da análise individual do caso.
Medicamento oral prescrito por oncologistas em determinados quadros de câncer de próstata. Negativas ou limitações de cobertura envolvendo esse medicamento merecem avaliação jurídica, conforme a prescrição médica e as regras aplicáveis ao caso.
A análise não se limita a esse exemplo: qualquer medicamento prescrito pelo oncologista que tenha sido negado ou limitado pela operadora pode ser avaliado juridicamente, caso a caso.
Relatório médico, prescrição e a negativa da operadora (se houver) são os documentos que mais ajudam na avaliação. Você pode entrar em contato mesmo sem ter todos em mãos.
A Lei 14.454/2022 tornou o rol da ANS exemplificativo: a jurisprudência tem reconhecido, em muitos casos, o dever do plano de fornecer medicamento com registro na Anvisa e prescrição médica fundamentada, mesmo fora do rol. A possibilidade depende do preenchimento dos requisitos legais e da análise individual do caso.
Recusas baseadas apenas em "fora do rol", uso off-label com respaldo científico, carência já cumprida ou demoras que adiam o início do tratamento merecem avaliação jurídica. Nem toda negativa é ilegal; por isso cada situação é examinada individualmente.
A prescrição médica, o diagnóstico, o medicamento indicado, o motivo apresentado pela operadora, o contrato e os documentos da negativa são os elementos centrais da avaliação jurídica.
Você conta a sua situação pelo WhatsApp: qual medicamento foi prescrito, o que o plano respondeu e como está a saúde do paciente. Sem custo e sem compromisso nessa primeira conversa.
Orientamos quais documentos reunir: relatório médico, prescrição e a negativa do plano (se houver). Com eles, analisamos se o seu caso preenche os requisitos legais e damos uma resposta franca sobre a viabilidade.
Sendo viável, definimos juntos a estratégia: contato com o plano, medida administrativa ou ação judicial. Havendo urgência e presentes os requisitos, é possível pedir liminar para o fornecimento.
Sim. A primeira conversa serve justamente para entender a sua situação e orientar o que reunir. Relatório médico, prescrição e a negativa do plano ajudam, mas podem ser organizados depois, com a nossa orientação.
Sim. O atendimento é 100% online, para todo o Brasil, com processos eletrônicos e reuniões por videochamada, com a mesma atenção de um atendimento presencial.
O primeiro contato serve para entender a sua situação e verificar se o caso tem fundamento. Condições de honorários são sempre informadas com clareza antes de qualquer contratação.
Depende do caso e do juízo. Em situações de urgência bem demonstradas, decisões liminares podem sair em poucos dias, mas o prazo não pode ser garantido: a decisão é sempre do Poder Judiciário, após análise dos requisitos.
Cada caso precisa ser analisado individualmente. Envie a sua situação e receba uma orientação clara e franca sobre os caminhos possíveis.
Enviar informações para análiseAtendimento pelo WhatsApp, começando por uma conversa para entender a sua situação.